
SINOPSE – Festival Ator João Moital – 12ª Edição
A 12ª edição – 2025 propõe uma programação múltipla, oferecendo uma plataforma para diversas manifesta-ções artísticas,Teatro | Dança | Música | Performance | Marionetas | Desenho em diversos espaços, formais e não formais, Teatro Miguel Franco | Black Box de Leiria | Sala Jaime Salazar Sampaio | Mosteiro da Batalha | Arquivo Leiria- Bens culturais | Rua direcionada a artistas com percursos distintos, locais, nacionais e internacionais, e que procura o encontro com um público plural.
Teatro para a infância e juventude | Teatro para miúdos e graúdos
Locais:
Black Box de Leria – Largo das Forças Armadas 21 Piso -1 2400-143 Leiria
Arquivo Bens Culturais – AV. COMBATENTES DA GRANDE GUERRA 53 2410-123 LEIRIA
Teatro Miguel Franco – R. Dr. Correia Mateus 40 2400-137 Leiria
Mosteiro da Batalha – Largo Infante Dom Henrique 2440-109 Batalha
Sede do Rancho Folclórico Rosas do Lena – Rua Casal do Amaro, Rebolaria – Batalha
Reservas e bilhetes:
AMANHECER EM BERLIM , JACARANDÁ, oFICINA DE CRIAÇÃO DE MARIONETAS:
entrada gratuita |reservas – blackbox@teatrojlsilva.pt
DAMAS DA NOITE:
Bilhetes e reservas – www.teatrojlsilva.pt / Bilheteira do Teatro
ASA NEGRA, DIÁLISE, CHÃO DE MENINOS:
entrada gratuita |reservas – sinopse@teato.pt
Black Box de Leria – Largo das Forças Armadas 21 Piso -1 2400-143 Leiria
Arquivo Bens Culturais – AV. COMBATENTES DA GRANDE GUERRA 53 2410-123 LEIRIA
Teatro Miguel Franco – R. Dr. Correia Mateus 40 2400-137 Leiria
Mosteiro da Batalha – Largo Infante Dom Henrique 2440-109 Batalha
Sede do Rancho Folclórico Rosas do Lena – Rua Casal do Amaro, Rebolaria – Batalha
Reservas e bilhetes:
AMANHECER EM BERLIM , JACARANDÁ, oFICINA DE CRIAÇÃO DE MARIONETAS:
entrada gratuita |reservas – blackbox@teatrojlsilva.pt
DAMAS DA NOITE:
Bilhetes e reservas – www.teatrojlsilva.pt / Bilheteira do Teatro
ASA NEGRA, DIÁLISE, CHÃO DE MENINOS:
entrada gratuita |reservas – sinopse@teato.pt
Espectáculos
Teatro
Amanhecer em Berlim de Te-ato Grupo Teatro de Leiria
Sinopse
Neste monólogo solitário, um repórter de imagem regressa a Berlim – cidade que sempre viu a preto e branco, onde sempre procurou agarrar a luz das coisas, mas também as sombras que se escondem entre elas.
Em meio século, a cidade mudou e mudou tudo o que ela representava, mudou o mundo, mudou a sua interpretação das ocorrências e a explicação que procurou para cada uma delas, mudou o modo como as imagens que guardava em si se fizeram fantasmas, a que necessita dar voz nesta confissão pública.
Ficha Técnica e Artística
Texto: Ana Lázaro
Encenação e Interpretação: João Lázaro
Design Gráfico: Francisca Poças
Produção e Apoio Técnico: Inês Ferreira
Execução de cenografia: Sérgio Lopes
Duração: 70 minutos
M/ 12 anos
Perfomance
O Meu Corpo de João Soares
João Soares é um artista plástico cuja sua obra se debruça principalmente sobre os temas da identidade, do autoconhecimento,
do tempo e das mudanças por ele causadas e das suas relações com os outros e com o mundo.
Apresenta pela primeira vez ao vivo a sua performance “O Meu Corpo”. Nesta o artista usa o seu corpo como suporte
para os seus desenhos sendo obrigado a olhá-lo. Este confronto obriga-o a lidar com as mudanças pelas quais o seu
corpo passou, apercebendo-se das suas marcas, novas e antigas, recordando as histórias a elas atreladas e apercebendo-
se de como estas se transformaram ou desapareceram com o passar do tempo.
Teatro
Damas da Noite – Uma Farsa de Elmano Sancho de Loup Solitaire
Sinopse
Elmano Sancho evoca a conflituosa reviravolta de expectativas em torno do seu nascimento para levantar o véu de
Damas da Noite: os pais esperavam uma menina, de nome já destinado, Cléopâtre, mas nasceu um menino. O encenador
pretende assim dar vida a esse outro desejado de si mesmo, como se este fosse uma espécie de duplo e existisse numa
realidade paralela que Damas da Noite encena. Para erguer essa figura ficcionada chamada Cléopâtre, Elmano Sancho
imergiu no mundo fascinante e provocador do transformismo. Os artistas transformistas/dragqueens “vestem a pele de
um outro, tentam ser um outro”. São “flores que abrem de noite”, intérpretes de uma transformação “pautada pela transgressão,
o desconforto, a ambiguidade, a brutalidade dos corpos e a violência das emoções”.Através dessa interpretação
paradoxal da diferença, Damas da Noite explora a presença ou ausência de fronteiras entre realidade (biografia) e ficção,
ator e personagem, homem e mulher, teatro e performance, tragédia e comédia, original e cópia, interior e exterior, dia
e noite. Nesse jogo de relações, aposta-se a identidade como matéria fluida, “rimbaudiana”, revelando o outro que somos, o estrangeiro que albergamos.
Ficha Técnica e Artística
Texto e Encenação Elmano Sancho
Interpretação Dennis Correia aka Lexa BlacK, Elmano Sancho,
Pedro Simões aka Filha da Mãe, Marie Carré
Espaço Cénico Samantha Silva
Desenho de Luz
Alexandre Coelho
Fotografia Filipe Ferreira
Assistência de Encenação Paulo Lage
Figurino Olga Amorim, Guilherme Gamito e João Maria Oom
Produção executiva Nuno Pratas
Coprodução Culturproject, Loup Solitaire, Teatro Nacional D. Maria II, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Nacional São
João
Parcerias Abraço,Acegis, Associação Plano I
Projeto financiado pela República Portuguesa-Cultura/DGArtes
Duração 60 minutos
M/ 16 anos
Amanhecer em Berlim de Te-ato Grupo Teatro de Leiria
Sinopse
Neste monólogo solitário, um repórter de imagem regressa a Berlim – cidade que sempre viu a preto e branco, onde sempre procurou agarrar a luz das coisas, mas também as sombras que se escondem entre elas.
Em meio século, a cidade mudou e mudou tudo o que ela representava, mudou o mundo, mudou a sua interpretação das ocorrências e a explicação que procurou para cada uma delas, mudou o modo como as imagens que guardava em si se fizeram fantasmas, a que necessita dar voz nesta confissão pública.
Ficha Técnica e Artística
Texto: Ana Lázaro
Encenação e Interpretação: João Lázaro
Design Gráfico: Francisca Poças
Produção e Apoio Técnico: Inês Ferreira
Execução de cenografia: Sérgio Lopes
Duração: 70 minutos
M/ 12 anos
Perfomance
O Meu Corpo de João Soares
João Soares é um artista plástico cuja sua obra se debruça principalmente sobre os temas da identidade, do autoconhecimento,
do tempo e das mudanças por ele causadas e das suas relações com os outros e com o mundo.
Apresenta pela primeira vez ao vivo a sua performance “O Meu Corpo”. Nesta o artista usa o seu corpo como suporte
para os seus desenhos sendo obrigado a olhá-lo. Este confronto obriga-o a lidar com as mudanças pelas quais o seu
corpo passou, apercebendo-se das suas marcas, novas e antigas, recordando as histórias a elas atreladas e apercebendo-
se de como estas se transformaram ou desapareceram com o passar do tempo.
Teatro
Damas da Noite – Uma Farsa de Elmano Sancho de Loup Solitaire
Sinopse
Elmano Sancho evoca a conflituosa reviravolta de expectativas em torno do seu nascimento para levantar o véu de
Damas da Noite: os pais esperavam uma menina, de nome já destinado, Cléopâtre, mas nasceu um menino. O encenador
pretende assim dar vida a esse outro desejado de si mesmo, como se este fosse uma espécie de duplo e existisse numa
realidade paralela que Damas da Noite encena. Para erguer essa figura ficcionada chamada Cléopâtre, Elmano Sancho
imergiu no mundo fascinante e provocador do transformismo. Os artistas transformistas/dragqueens “vestem a pele de
um outro, tentam ser um outro”. São “flores que abrem de noite”, intérpretes de uma transformação “pautada pela transgressão,
o desconforto, a ambiguidade, a brutalidade dos corpos e a violência das emoções”.Através dessa interpretação
paradoxal da diferença, Damas da Noite explora a presença ou ausência de fronteiras entre realidade (biografia) e ficção,
ator e personagem, homem e mulher, teatro e performance, tragédia e comédia, original e cópia, interior e exterior, dia
e noite. Nesse jogo de relações, aposta-se a identidade como matéria fluida, “rimbaudiana”, revelando o outro que somos, o estrangeiro que albergamos.
Ficha Técnica e Artística
Texto e Encenação Elmano Sancho
Interpretação Dennis Correia aka Lexa BlacK, Elmano Sancho,
Pedro Simões aka Filha da Mãe, Marie Carré
Espaço Cénico Samantha Silva
Desenho de Luz
Alexandre Coelho
Fotografia Filipe Ferreira
Assistência de Encenação Paulo Lage
Figurino Olga Amorim, Guilherme Gamito e João Maria Oom
Produção executiva Nuno Pratas
Coprodução Culturproject, Loup Solitaire, Teatro Nacional D. Maria II, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Nacional São
João
Parcerias Abraço,Acegis, Associação Plano I
Projeto financiado pela República Portuguesa-Cultura/DGArtes
Duração 60 minutos
M/ 16 anos
Música
Asa Negra com Joana Camões e Miguel Samarão
Um pássaro a sonhar com uma pessoa? Ou uma pessoa a sonhar com um pássaro?
Tarefa hercúlea aceite por maiseu.
Joana Camões e Miguel Samarão constituem os maiseu, banda de música contemporânea portuguesa, onde ambos os elementos exploram a improbabilidade sonora da junção de cordofones regionais e voz, com outras texturas sonoras, para a criação dos seus temas originais, algures entre a tradição e a contradição.
Ficha Artística
Música, Letra e Interpretação Joana Camões e Miguel Samarão
Imagens Valter Ramos
Duração 1h:20min
M/ 6 anos
Teatro de Marionetas
Jacarandá de Universo Paralelo
SinopseA seiva é o sangue, um líquido vital que flui nas veias da natureza, transporta a água e os nutrientes aos corpos de diferentes
tamanhos, espessuras e cores, provenientes de vários lugares. A seiva é o sangue que impulsiona o crescimento das árvores. Sabemos que as árvores representam uma rica fonte de produção de oxigénio no mundo, no entanto o desconhecido permanece vasto. Jacarandá mergulha no desconhecido, onde o infinito se desdobra. É um espetáculo de teatro de marionetas e formas animadas que procura investigar o universo oculto e misterioso da natureza. Revela as cores, o ritmo e a maestria botânica na qual muitos seres habitam. O que ainda não sabemos é infinito. Esta obra sensorial e de carácter intimista, sem recurso à palavra, é um solo do bailarino e marionetista Magnum Soares.
Ficha Técnica e Artística
Direção artística Adriana Melo e Magnum Soares
Interpretação, Construção de marionetas e objetos de cena Magnum Soares
Cenografia Élio Antunes e Magnum Soares
Figurino: Ícaro Carmen
Música Original: Duda Somtopia
Produção: Universo
Paralelo
Coprodução: Museu da Marioneta/EGEAC e Produções Real Pelágio
Parceiros: SIB A Voz do Operário, Produções Real
Pelágio e Fab Lab Lisboa
Apoio: Câmara Municipal de Lisboa
Projeto financiado pela:
República Portuguesa- Direção Geral das Artes
Agradecimentos: equipa Real Pelágio.
Duração 50 min
M/ 6 anos
Asa Negra com Joana Camões e Miguel Samarão
Um pássaro a sonhar com uma pessoa? Ou uma pessoa a sonhar com um pássaro?
Tarefa hercúlea aceite por maiseu.
Joana Camões e Miguel Samarão constituem os maiseu, banda de música contemporânea portuguesa, onde ambos os elementos exploram a improbabilidade sonora da junção de cordofones regionais e voz, com outras texturas sonoras, para a criação dos seus temas originais, algures entre a tradição e a contradição.
Ficha Artística
Música, Letra e Interpretação Joana Camões e Miguel Samarão
Imagens Valter Ramos
Duração 1h:20min
M/ 6 anos
Teatro de Marionetas
Jacarandá de Universo Paralelo
SinopseA seiva é o sangue, um líquido vital que flui nas veias da natureza, transporta a água e os nutrientes aos corpos de diferentes
tamanhos, espessuras e cores, provenientes de vários lugares. A seiva é o sangue que impulsiona o crescimento das árvores. Sabemos que as árvores representam uma rica fonte de produção de oxigénio no mundo, no entanto o desconhecido permanece vasto. Jacarandá mergulha no desconhecido, onde o infinito se desdobra. É um espetáculo de teatro de marionetas e formas animadas que procura investigar o universo oculto e misterioso da natureza. Revela as cores, o ritmo e a maestria botânica na qual muitos seres habitam. O que ainda não sabemos é infinito. Esta obra sensorial e de carácter intimista, sem recurso à palavra, é um solo do bailarino e marionetista Magnum Soares.
Ficha Técnica e Artística
Direção artística Adriana Melo e Magnum Soares
Interpretação, Construção de marionetas e objetos de cena Magnum Soares
Cenografia Élio Antunes e Magnum Soares
Figurino: Ícaro Carmen
Música Original: Duda Somtopia
Produção: Universo
Paralelo
Coprodução: Museu da Marioneta/EGEAC e Produções Real Pelágio
Parceiros: SIB A Voz do Operário, Produções Real
Pelágio e Fab Lab Lisboa
Apoio: Câmara Municipal de Lisboa
Projeto financiado pela:
República Portuguesa- Direção Geral das Artes
Agradecimentos: equipa Real Pelágio.
Duração 50 min
M/ 6 anos
Dança e Música
Chão de Meninos de A Lavrar o Mar
Este espectáculo partiu do desejo de uma avó que quis contar aos seus netos o que é o seu trabalho. O seu trabalho de coreógrafa. Eles vieram e fizeram-se co-criadores de uma ideia que não estava lá. Não existia.
Todos, músicos, intérpretes, um cenógrafo e estas duas crianças fizeram este CHÃO DE MENINOS que é o nome de uma pequena terra no concelho de Sintra. Fala da neve que ri, de uma pequena fábula que se afoga no branco, de ursos que brincam e de um tapete jardim que nasce de um naufrágio. A música inunda tudo e o criador das coisas difíceis empurrou o espectáculo para dentro três estações novas: Os animais, a neve e as flores. As crianças apoderam-se do chão para o invadir, movimentar e ocupar. Riem com este espectáculo de dança e música, uma manifestação das suas forças que irão chegar e crescer.
Ficha Técnica e Artística
Uma criação de: Madalena Victorino, na companhia de Carolina Victorino e Vicente Victorino (crianças co-criadoras)
Co-criação artística: Pedro Salvador e Alexandre Moniz (Música), Beariz M.Dias e Pedro Matias (Dança)
Criação de objetos cenográficos e Assistência artística: Ricardo Falcão Produção: Madalena Victorino e Ricardo Falcão
M/ 3 anos
Entrada Livre
Chão de Meninos de A Lavrar o Mar
Este espectáculo partiu do desejo de uma avó que quis contar aos seus netos o que é o seu trabalho. O seu trabalho de coreógrafa. Eles vieram e fizeram-se co-criadores de uma ideia que não estava lá. Não existia.
Todos, músicos, intérpretes, um cenógrafo e estas duas crianças fizeram este CHÃO DE MENINOS que é o nome de uma pequena terra no concelho de Sintra. Fala da neve que ri, de uma pequena fábula que se afoga no branco, de ursos que brincam e de um tapete jardim que nasce de um naufrágio. A música inunda tudo e o criador das coisas difíceis empurrou o espectáculo para dentro três estações novas: Os animais, a neve e as flores. As crianças apoderam-se do chão para o invadir, movimentar e ocupar. Riem com este espectáculo de dança e música, uma manifestação das suas forças que irão chegar e crescer.
Ficha Técnica e Artística
Uma criação de: Madalena Victorino, na companhia de Carolina Victorino e Vicente Victorino (crianças co-criadoras)
Co-criação artística: Pedro Salvador e Alexandre Moniz (Música), Beariz M.Dias e Pedro Matias (Dança)
Criação de objetos cenográficos e Assistência artística: Ricardo Falcão Produção: Madalena Victorino e Ricardo Falcão
M/ 3 anos
Entrada Livre