Edição 2024
Capuchinho
“Mamã, avó, floresta, bolo.” A palavra dita, narrada a partir de um livro que se abre, sugere o poder transformador do cenário em imaginário. “Cuidado, lobo, perigoso.” A narradora-mãe adverte o desconhecido. E a Capuchinho-bailarina, em seu singular percurso, dança ao luar com o lobo mentiroso, na floresta que também é a casa da avó de boca tão grande que afinal era o lobo, que não era assim tão mau mas que tinha fome. O caçador ouve o grito e não mata, mas salva. A moral é apaziguadora.
Uma peça montada a partir de inesperados contrastes que servem para iluminar cada um seus elementos, personagens animadas, de carne e osso, e inanimadas, os objectos do cenário. A expressão corporal e a dança relevam o perfil da sonoridade da sílaba e da música. Quem consegue ficar indiferente ao maravilhoso Dueto de Gatos e à Exaltação dos Animais?
A imagem, o movimento, o som e a palavra eximiamente sincronizados, num auto em que era uma vez uma história encantada, dramática e vivamente encantadora.
O espectáculo contém LGP.
Ficha Técnica e Artística:
Encenação Paulo Lage
Coreografia Elsa Madeira
Interpretação Carolina Branco, Cheila Lima e Daniel Viana
Apoio vocal Silvia Filipe
Cenografia Ana Paula Rocha
Figurinos Mónica Cunha
Confeção Mestra Olga Amorim
Arranjos musicais Elmano Coelho e Carlos Garcia
Desenho de luz Pedro Nabais
Uma peça montada a partir de inesperados contrastes que servem para iluminar cada um seus elementos, personagens animadas, de carne e osso, e inanimadas, os objectos do cenário. A expressão corporal e a dança relevam o perfil da sonoridade da sílaba e da música. Quem consegue ficar indiferente ao maravilhoso Dueto de Gatos e à Exaltação dos Animais?
A imagem, o movimento, o som e a palavra eximiamente sincronizados, num auto em que era uma vez uma história encantada, dramática e vivamente encantadora.
O espectáculo contém LGP.
Ficha Técnica e Artística:
Encenação Paulo Lage
Coreografia Elsa Madeira
Interpretação Carolina Branco, Cheila Lima e Daniel Viana
Apoio vocal Silvia Filipe
Cenografia Ana Paula Rocha
Figurinos Mónica Cunha
Confeção Mestra Olga Amorim
Arranjos musicais Elmano Coelho e Carlos Garcia
Desenho de luz Pedro Nabais
Desconfortável
de Diana Nicolau
Num espaço onde a regra principal é o desconforto, a proposta é que o pratiquemos em conjunto. Através de várias histórias contadas por alguém que nos pode servir tanto de guia como de espelho, vamos pensando no passado, presente e futuro. O nosso, o do mundo e o do nossos.
É desconfortável crescer. E tudo à nossa volta cresce a uma velocidade desconcertante e mais rápido do que gostaríamos. Quando o exoesqueleto da lagosta se torna demasiado apertado e desconfortável, ela rompe-o, e vulneravelmente exposta aos predadores, produz uma nova carapaça ajustada ao seu tamanho. Quando esta se torna novamente desconfortável, o processo repete-se.
É no desconforto que se cresce. Mas como? E para quê? É reconfortante saber que não nos andamos a questionar sozinhos, e curioso que, num mundo com infinitas perguntas, andemos muitas vezes todos à procura das mesmas respostas.
Ficha técnica
Texto, Criação, Encenação e Interpretação | Diana Nicolau
Assistência e apoio à criação | Inês Ferreira Silva
Desenho de som | André Freitas de Almeida
Desenho de luz | Rui Braga
Cenografia e Direcção Arte | Cuca
Figurinos | José António Tenente
Tecido Vertical | M. Matias
Movimento | Inês Afflalo
Direcção Técnica e Operação Audiovisual | Daniel Nicolau Fernandes
Vídeo | Jorge Albuquerque
Comunicação | Ana Nicolau Sousa
Fotografia | Raquel Pellicano
Operação Audiovisual Digressão | Nico
Direcção Técnica e Operação Luz Digressão | Rui Braga
Num espaço onde a regra principal é o desconforto, a proposta é que o pratiquemos em conjunto. Através de várias histórias contadas por alguém que nos pode servir tanto de guia como de espelho, vamos pensando no passado, presente e futuro. O nosso, o do mundo e o do nossos.
É desconfortável crescer. E tudo à nossa volta cresce a uma velocidade desconcertante e mais rápido do que gostaríamos. Quando o exoesqueleto da lagosta se torna demasiado apertado e desconfortável, ela rompe-o, e vulneravelmente exposta aos predadores, produz uma nova carapaça ajustada ao seu tamanho. Quando esta se torna novamente desconfortável, o processo repete-se.
É no desconforto que se cresce. Mas como? E para quê? É reconfortante saber que não nos andamos a questionar sozinhos, e curioso que, num mundo com infinitas perguntas, andemos muitas vezes todos à procura das mesmas respostas.
Ficha técnica
Texto, Criação, Encenação e Interpretação | Diana Nicolau
Assistência e apoio à criação | Inês Ferreira Silva
Desenho de som | André Freitas de Almeida
Desenho de luz | Rui Braga
Cenografia e Direcção Arte | Cuca
Figurinos | José António Tenente
Tecido Vertical | M. Matias
Movimento | Inês Afflalo
Direcção Técnica e Operação Audiovisual | Daniel Nicolau Fernandes
Vídeo | Jorge Albuquerque
Comunicação | Ana Nicolau Sousa
Fotografia | Raquel Pellicano
Operação Audiovisual Digressão | Nico
Direcção Técnica e Operação Luz Digressão | Rui Braga
Fanfarra TOKIFOGE
O Te-Ato traz a participação dos TOKIFOGE no XI SINOPSE como complemento ao nosso projeto Arquipélago. Duarte Sá, um dos músicos da Fanfarra, esteve presente na primeira edição do Arquipélago.
Marionetas Rui Sousa
TEATRO DOM ROBERTO
Uma compilação de três funções num grande espetáculo composto por narrativas como ‘O Castelo Assombrado’, ‘O Barbeiro’ e ‘A Tourada’. Uma saga de teatro de fantoches numa técnica centenária denominada de TEATRO DOM ROBERTO proveniente de inspiração italiana do séc. XVII.
AS MARIONETAS TAMBÉM TÊM CORAÇÃO
No segundo espectáculo, o coração do manipulador bate e este transmite esse batimento à marioneta, através da sua sustentação e movimento em gestos. Como uma extensão do seu corpo, o marionetista dá vida a cada uma das marionetas.
A ação inicia-se com uma marioneta-árvore, numa espécie de figura da natureza que ganha vida. São seguidos quadros entre a dança, a música e a poesia visual, onde um excêntrico trompetista toca um tema arrojado, um diabo combate o seu próprio poder, um escultor cria a sua maior obra e até um palhaço pianista recria números clássicos de comédia.
Todas as marionetas são construídas e manipuladas por Rui Sousa. Uma viagem entre movimento, sons, cor e fantasia, totalmente recomendável para crianças alegres, dos 3 aos 103 anos de idade.
Uma compilação de três funções num grande espetáculo composto por narrativas como ‘O Castelo Assombrado’, ‘O Barbeiro’ e ‘A Tourada’. Uma saga de teatro de fantoches numa técnica centenária denominada de TEATRO DOM ROBERTO proveniente de inspiração italiana do séc. XVII.
AS MARIONETAS TAMBÉM TÊM CORAÇÃO
No segundo espectáculo, o coração do manipulador bate e este transmite esse batimento à marioneta, através da sua sustentação e movimento em gestos. Como uma extensão do seu corpo, o marionetista dá vida a cada uma das marionetas.
A ação inicia-se com uma marioneta-árvore, numa espécie de figura da natureza que ganha vida. São seguidos quadros entre a dança, a música e a poesia visual, onde um excêntrico trompetista toca um tema arrojado, um diabo combate o seu próprio poder, um escultor cria a sua maior obra e até um palhaço pianista recria números clássicos de comédia.
Todas as marionetas são construídas e manipuladas por Rui Sousa. Uma viagem entre movimento, sons, cor e fantasia, totalmente recomendável para crianças alegres, dos 3 aos 103 anos de idade.
Residência Artística em Dança
Duração de doze dias e apresentarem o espectáculo no dia 18 de maio, com Francisca Poças e Miguel Querido.
UM PAR DE SOLOS
Desfolhada de Miguel Querido
Enrolo. Desenrolo. Eu enrolo-me nele e ele enrola-se em mim. Contamos histórias.
Embaraçosas ou atrevidas. Brincamos. Seguimos os dois.
Dor de Peito na Cabeça II de Francisca Poças Uma série de weltschmerz- dores de mundo.
UM PAR DE SOLOS
Desfolhada de Miguel Querido
Enrolo. Desenrolo. Eu enrolo-me nele e ele enrola-se em mim. Contamos histórias.
Embaraçosas ou atrevidas. Brincamos. Seguimos os dois.
Dor de Peito na Cabeça II de Francisca Poças Uma série de weltschmerz- dores de mundo.