Edição 2022
ODEIO A MINHA IRMÃ
Teatro para a Infância
“Odeio a Minha Irmã” é um espetáculo que, na verdade, se divide em duas performances com textos dramáticos do dramaturgo e encenador francês Sébastien Joanniez, para maiores de 6 anos. Uma em que escutamos a voz da irmã mais velha e outra em que o protagonismo é entregue à mais nova. Dois monólogos (“Eu não Gosto da Minha Irmã” e “Eu Quero Ser a Mais Velha!”) contrastantes em que, recorrendo ao humor e uma linguagem muito inventiva, são traçados os retratos de duas personalidades fortes. No entendimento de uma, o papel de irmã mais velha nem sempre é fácil. Por seu lado, a irmã mais nova reclama que nunca é levada a sério… “Eu odeio-a”, confessam as duas, mas nós compreendemos outra coisa: “eu amo-a”.
Ficha Técnica e Artística
Texto Sébastien Joanniez
Tradução Margarida Madeira
Criação Pedro Alves, Milene Fialho e Carolina Figueiredo
Interpretação: Milene Fialho e Carolina Figueiredo
Ilustração Alex Gozblau
Cenografia: Pedro Silva
Direção técnica e desenho de luz Carlos Arroja
Operação de luz e som Diogo Graça
Direção de produção Inês Oliveira
Produção executiva e fotografia Catarina Lobo
Produção teatromosca
“Odeio a Minha Irmã” é um espetáculo que, na verdade, se divide em duas performances com textos dramáticos do dramaturgo e encenador francês Sébastien Joanniez, para maiores de 6 anos. Uma em que escutamos a voz da irmã mais velha e outra em que o protagonismo é entregue à mais nova. Dois monólogos (“Eu não Gosto da Minha Irmã” e “Eu Quero Ser a Mais Velha!”) contrastantes em que, recorrendo ao humor e uma linguagem muito inventiva, são traçados os retratos de duas personalidades fortes. No entendimento de uma, o papel de irmã mais velha nem sempre é fácil. Por seu lado, a irmã mais nova reclama que nunca é levada a sério… “Eu odeio-a”, confessam as duas, mas nós compreendemos outra coisa: “eu amo-a”.
Ficha Técnica e Artística
Texto Sébastien Joanniez
Tradução Margarida Madeira
Criação Pedro Alves, Milene Fialho e Carolina Figueiredo
Interpretação: Milene Fialho e Carolina Figueiredo
Ilustração Alex Gozblau
Cenografia: Pedro Silva
Direção técnica e desenho de luz Carlos Arroja
Operação de luz e som Diogo Graça
Direção de produção Inês Oliveira
Produção executiva e fotografia Catarina Lobo
Produção teatromosca
NA LÍNGUA DE CAMÕES
Teatro à Solta
Provavelmente a obra mais conhecida de Luís Vaz de Camões, o poema épico “Lusíadas” é considerado a epopeia portuguesa por excelência.
Os dez cantos que o compõem descrevem a viagem de Vasco da Gama na descoberta do caminho marítimo para a Índia, durante a qual se vão descrevendo outros episódios da História de Portugal, glorificando o povo português.
Claro que não podíamos contar esta história sem lhe dar o nosso “toque especial” (leia-se comédia com fartura!): esta é uma adaptação ímpar que enaltece o “ser português”, planeada para que se o público se divirta…muito!
Ficha Técnica e Artística
Dramaturgia: Suzanna Rodrigues
Encenação: Cristóvão Carvalheiro
Interpretação:
Cristóvão Carvalheiro, Marco Paiva, Jaqueline Figueiredo e Tânia Catarino
Música Original: Teatro à Solta
Cenografia: Miguel Tepes
Adereços: Albano Alves
Figurinos: Cristina Ferreira
Fotografia: Carolina Miguel
Provavelmente a obra mais conhecida de Luís Vaz de Camões, o poema épico “Lusíadas” é considerado a epopeia portuguesa por excelência.
Os dez cantos que o compõem descrevem a viagem de Vasco da Gama na descoberta do caminho marítimo para a Índia, durante a qual se vão descrevendo outros episódios da História de Portugal, glorificando o povo português.
Claro que não podíamos contar esta história sem lhe dar o nosso “toque especial” (leia-se comédia com fartura!): esta é uma adaptação ímpar que enaltece o “ser português”, planeada para que se o público se divirta…muito!
Ficha Técnica e Artística
Dramaturgia: Suzanna Rodrigues
Encenação: Cristóvão Carvalheiro
Interpretação:
Cristóvão Carvalheiro, Marco Paiva, Jaqueline Figueiredo e Tânia Catarino
Música Original: Teatro à Solta
Cenografia: Miguel Tepes
Adereços: Albano Alves
Figurinos: Cristina Ferreira
Fotografia: Carolina Miguel
BÚ ou a Pragmática do Sonho
TE-ATO (Grupo-Teatro de Leiria)
“BÚ ou a pragmática do sonho” é um texto da autoria de Luís Mourão e cuja narrativa se desenvolve a partir dos encontros sucessivos de João e José, dois vizinhos de há uma eternidade unidos por uma amizade cúmplice feita de acordos e discordâncias.
João é o leitor de jornais, irónico, crítico e sonhador. José era eletricista desempregado e agora é canalizador desempregado e a seguir será mergulhador de profundidade.
Um texto de reflexão sobre as relações humanas e o modo como o outro nos muda por cada vez que existe connosco.
Ficha Técnica e Artística
Texto: Luís Mourão
Encenação e dramaturgia: João Lázaro
Interpretação: João Moital e José Luís Coelho
Cenografia e desenho de luz: João Lázaro
Anotação: Sofia Silvestre
Música: Miguel Samarão
Fotografia: Ricardo Graça
Produção: Miguel Sarreira
116.ª Produção do TE-ATO
“BÚ ou a pragmática do sonho” é um texto da autoria de Luís Mourão e cuja narrativa se desenvolve a partir dos encontros sucessivos de João e José, dois vizinhos de há uma eternidade unidos por uma amizade cúmplice feita de acordos e discordâncias.
João é o leitor de jornais, irónico, crítico e sonhador. José era eletricista desempregado e agora é canalizador desempregado e a seguir será mergulhador de profundidade.
Um texto de reflexão sobre as relações humanas e o modo como o outro nos muda por cada vez que existe connosco.
Ficha Técnica e Artística
Texto: Luís Mourão
Encenação e dramaturgia: João Lázaro
Interpretação: João Moital e José Luís Coelho
Cenografia e desenho de luz: João Lázaro
Anotação: Sofia Silvestre
Música: Miguel Samarão
Fotografia: Ricardo Graça
Produção: Miguel Sarreira
116.ª Produção do TE-ATO
A VOZ HUMANA
Jean Cocteau
Um espetáculo de teatro como um concerto de rock, que desequilibra o emblemático texto de Jean Cocteau, um monólogo em que uma mulher fala ao telefone com o seu amante, que nunca ouvimos. No dia seguinte, ele irá casar-se com outra mulher. A chamada cai algumas vezes e a conversa é interrompida nos momentos de maior vertigem. No que é uma aparente banalidade doméstica, testemunhamos um verdadeiro “mise en abîme” desta mulher abandonada pelo seu companheiro.
Uma atriz, um microfone num tripé e uma guitarra. Uma voz que fala, grita, chora, geme, sussurra e esvai-se. A voz canta simultaneamente o inconformismo e a resignação, a revolta, o desespero e a fragilidade, num grito abafado de uma pessoa que luta para não se afogar.
Cartas de Amor é um podcast do espetáculo A Voz Humana, a partir de Jean Cocteau.
Este podcast é uma porta de entrada para o universo da peça, onde se partilham canções e excertos de cartas de amor anónimas, que integram o processo criativo do espetáculo.
Em cada episódio, um convidado especial, responderá a uma pergunta relacionada com o tema da peça: o amor.
Ficha Artística
Texto Jean Cocteau
Encenação Patrícia Andrade e David Pereira Bastos
Interpretação Patrícia Andrade
Música Fernando Matias e Patrícia Andrade
Sonoplastia Fernando Matias
Vídeo Bruno Simão
Desenho de Luz Janaina Gonçalves
Fotografias Alípio Padilha
Assistente de encenação e apoio vocal Rita Carolina Silva
Ficha Técnica
Produção e Comunicação TdE Mafalda Simões
Assistente de Produção Adriana Gonçalves
Difusão José Leite
Co-Produção Cine-Teatro Louletano e Teatro do Eléctrico
Parceiros M.A.R. – Mostra de Artes de Rua, Teatro Meridional
Media Partner Antena 3
O Teatro do Eléctrico é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa – Cultura / Direcção Geral das Artes, pelo Cineteatro Louletano/Câmara Municipal de Loulé e pela Câmara Municipal de Lisboa / Polo Cultural Gaivotas | Boavista
Um espetáculo de teatro como um concerto de rock, que desequilibra o emblemático texto de Jean Cocteau, um monólogo em que uma mulher fala ao telefone com o seu amante, que nunca ouvimos. No dia seguinte, ele irá casar-se com outra mulher. A chamada cai algumas vezes e a conversa é interrompida nos momentos de maior vertigem. No que é uma aparente banalidade doméstica, testemunhamos um verdadeiro “mise en abîme” desta mulher abandonada pelo seu companheiro.
Uma atriz, um microfone num tripé e uma guitarra. Uma voz que fala, grita, chora, geme, sussurra e esvai-se. A voz canta simultaneamente o inconformismo e a resignação, a revolta, o desespero e a fragilidade, num grito abafado de uma pessoa que luta para não se afogar.
Cartas de Amor é um podcast do espetáculo A Voz Humana, a partir de Jean Cocteau.
Este podcast é uma porta de entrada para o universo da peça, onde se partilham canções e excertos de cartas de amor anónimas, que integram o processo criativo do espetáculo.
Em cada episódio, um convidado especial, responderá a uma pergunta relacionada com o tema da peça: o amor.
Ficha Artística
Texto Jean Cocteau
Encenação Patrícia Andrade e David Pereira Bastos
Interpretação Patrícia Andrade
Música Fernando Matias e Patrícia Andrade
Sonoplastia Fernando Matias
Vídeo Bruno Simão
Desenho de Luz Janaina Gonçalves
Fotografias Alípio Padilha
Assistente de encenação e apoio vocal Rita Carolina Silva
Ficha Técnica
Produção e Comunicação TdE Mafalda Simões
Assistente de Produção Adriana Gonçalves
Difusão José Leite
Co-Produção Cine-Teatro Louletano e Teatro do Eléctrico
Parceiros M.A.R. – Mostra de Artes de Rua, Teatro Meridional
Media Partner Antena 3
O Teatro do Eléctrico é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa – Cultura / Direcção Geral das Artes, pelo Cineteatro Louletano/Câmara Municipal de Loulé e pela Câmara Municipal de Lisboa / Polo Cultural Gaivotas | Boavista
ABRAÇAS-ME?
SINOPSE:
Esta história chama-se : Abraças-me?
Abraças-me Dás-me um “A-Braço?”
O que é um Abraço?
Dentro de ” Abraço” está a palavra “braço”.
Um braço. Mas
Um ABRAÇO tem DOIS braços
Um BRAÇO de cada lado
Em cada ponta uma MÃO.
Dentro de um ABRAÇO há dois BRAÇOS.
Mas mais importante dos que os braços…
É que no meio fica o PEITO.
O peito com o CORAÇÃO!
Este é um espetáculo construído a partir do livro para a infância: “ABRAÇAS-ME?” de João Borges de Oliveira, com ilustrações de Sérgio Condeço. Numa abordagem multidisciplinar, e impulsionada pela criação de vídeo de João Lagido, a dramaturga e encenadora Ana Lázaro, reescreve esta história, para um encontro com os mais novos que começa com um Livro em branco, do qual nasce… um Abraço. Um Abraço que pode ser dado por braços pequeninos mas conseguir coisas gigantes: como fazer-nos sentir em casa quando estamos perdidos, ou atravessar rios, mares, terras, e muros. Um ABRAÇO pode ir de… “AQUI” até ” AÍ”
FICHA TÉCNICA:
Encenação e dramaturgia: ANA LÁZARO
A partir de ideia original de JOÃO BORGES DE OLIVEIRA
Interpretação: JOÃO BORGES DE OLIVEIRA
Espaço Sonoro: ZÉ CRUZ
Direção técnica: JOÃO RAFAEL DA SILVA
Direção criativa e animação: JOÃO LAGIDO
Ilustração: SÉRGIO CONDEÇO
Fotografia: PATRÍCIA BLÁZQUEZ
Esta história chama-se : Abraças-me?
Abraças-me Dás-me um “A-Braço?”
O que é um Abraço?
Dentro de ” Abraço” está a palavra “braço”.
Um braço. Mas
Um ABRAÇO tem DOIS braços
Um BRAÇO de cada lado
Em cada ponta uma MÃO.
Dentro de um ABRAÇO há dois BRAÇOS.
Mas mais importante dos que os braços…
É que no meio fica o PEITO.
O peito com o CORAÇÃO!
Este é um espetáculo construído a partir do livro para a infância: “ABRAÇAS-ME?” de João Borges de Oliveira, com ilustrações de Sérgio Condeço. Numa abordagem multidisciplinar, e impulsionada pela criação de vídeo de João Lagido, a dramaturga e encenadora Ana Lázaro, reescreve esta história, para um encontro com os mais novos que começa com um Livro em branco, do qual nasce… um Abraço. Um Abraço que pode ser dado por braços pequeninos mas conseguir coisas gigantes: como fazer-nos sentir em casa quando estamos perdidos, ou atravessar rios, mares, terras, e muros. Um ABRAÇO pode ir de… “AQUI” até ” AÍ”
FICHA TÉCNICA:
Encenação e dramaturgia: ANA LÁZARO
A partir de ideia original de JOÃO BORGES DE OLIVEIRA
Interpretação: JOÃO BORGES DE OLIVEIRA
Espaço Sonoro: ZÉ CRUZ
Direção técnica: JOÃO RAFAEL DA SILVA
Direção criativa e animação: JOÃO LAGIDO
Ilustração: SÉRGIO CONDEÇO
Fotografia: PATRÍCIA BLÁZQUEZ
JOGO DE ESPELHOS
A Corda
SINOPSE
O homem não deve poder ver a sua própria cara. Isso é o que há de mais terrível. A Natureza deu-lhe o dom de não a poder ver, assim como de não poder fitar os seus próprios olhos.
Só na água dos rios e dos lagos ele podia fitar seu rosto. E a postura, mesmo, que tinha de tomar, era simbólica. Tinha de se curvar, de se baixar para cometer a ignomínia de se ver.
O criador do espelho envenenou a alma humana.
– Bernardo Soares, “Livro do Desassossego”
A dispersão e fragmentação do “eu” não se constituem como um fenómeno inédito da literatura portuguesa, nem sequer da literatura universal. O que o distingue, então, o “drama em gente” pessoano, o seu jogo de espelhos? Afirme-se, em primeiro lugar, o óbvio – todos eles são escritores. Acrescente-se a ideia de que, de facto, uma parcela muito significativa da melhor poesia do universo pessoano é atribuída aos heterónimos. Para além disso, grande parte das reflexões apresentadas “a cru” nos fragmentos do Livro do Desassossego talvez não viesse a ser apresentada ao leitor nesse formato por Pessoa “ele mesmo”.
Ficha Técnica e Artística
Encenação | Ruben Saints
Dramaturgia & Adaptação | Marina Prino
Assistência de Encenação | Elsa Maurício Childs
Interpretação | Diogo Bach e Manuel Henriques
Música | Oscar Silva
Construção de Cenário | JSVC Decor
Figurinos │ Atelier Carminho
Fotos | Alexandre Barão e Elsa Maurício Childs
Produção | A Corda
SINOPSE
O homem não deve poder ver a sua própria cara. Isso é o que há de mais terrível. A Natureza deu-lhe o dom de não a poder ver, assim como de não poder fitar os seus próprios olhos.
Só na água dos rios e dos lagos ele podia fitar seu rosto. E a postura, mesmo, que tinha de tomar, era simbólica. Tinha de se curvar, de se baixar para cometer a ignomínia de se ver.
O criador do espelho envenenou a alma humana.
– Bernardo Soares, “Livro do Desassossego”
A dispersão e fragmentação do “eu” não se constituem como um fenómeno inédito da literatura portuguesa, nem sequer da literatura universal. O que o distingue, então, o “drama em gente” pessoano, o seu jogo de espelhos? Afirme-se, em primeiro lugar, o óbvio – todos eles são escritores. Acrescente-se a ideia de que, de facto, uma parcela muito significativa da melhor poesia do universo pessoano é atribuída aos heterónimos. Para além disso, grande parte das reflexões apresentadas “a cru” nos fragmentos do Livro do Desassossego talvez não viesse a ser apresentada ao leitor nesse formato por Pessoa “ele mesmo”.
Ficha Técnica e Artística
Encenação | Ruben Saints
Dramaturgia & Adaptação | Marina Prino
Assistência de Encenação | Elsa Maurício Childs
Interpretação | Diogo Bach e Manuel Henriques
Música | Oscar Silva
Construção de Cenário | JSVC Decor
Figurinos │ Atelier Carminho
Fotos | Alexandre Barão e Elsa Maurício Childs
Produção | A Corda