Edição 2021
CAMINHO MARÍTIMO PARA A DESGRAÇA
Dois bandidos condenados à morte aceitam embarcar na frota de Vasco da Gama em troca da sua vida. A alegria que a boa nova lhes causava não iria durar muito. Eles ainda não sabiam que iam ser enganados, roubados, afogados, desidratados, batidos e torturados por cinco culturas diferentes até chegarem ao aclamado destino. Como se sabe, não pode haver tanta fortuna sem haver meia dúzia de desgraçados. É disto que o “Caminho Marítimo para a Desgraça” é feito – dos relatos daqueles que, através do seu infortúnio, alcançaram os grandes feitos que ficaram na nossa história.
Criação Coletiva de Hugo Inácio e Telmo Ferreira
Interpretação
Hugo Inácio e Telmo Ferreira
Música
Hugo Inácio e Telmo Ferreira
Expressão Corporal
Frédéric Pires
Design Gráfico
Club.e – Pedro Santos & Tadeu Silva
Caraterização
Andreia Fernandes
Vídeo
Bianca Ferreira
Figurinos
Maria Silva
Criação Coletiva de Hugo Inácio e Telmo Ferreira
Interpretação
Hugo Inácio e Telmo Ferreira
Música
Hugo Inácio e Telmo Ferreira
Expressão Corporal
Frédéric Pires
Design Gráfico
Club.e – Pedro Santos & Tadeu Silva
Caraterização
Andreia Fernandes
Vídeo
Bianca Ferreira
Figurinos
Maria Silva
CATAMARÃ pelo Teatro do Eléctrico
nas Ilhas Salomão ninguém se preocupa com os Erros Ortográficos.
Teatro para a Infância m06
CATAMARÃ fala da relação entre um Rapaz – o PEIXE- BOLHA, que está muito zangado com as palavras, e uma Rapariga – a CATAMARÃ, que sonha um dia viajar de barco até ao Pacífico. Fala também de erros ortográficos, de significado e significante, de letras e palavras fora do lugar, e de como esta desarrumação pode mudar o sentido de tudo… Mas esta não é uma peça sobre dislexia, ou sobre escolaridade, é sobretudo uma história sobre crescimento, sobre a nossa relação com o tempo e com os outros, sobre a distância que não se mede com números, e sobre palavras… mesmo aquelas difíceis de explicar…
Catamarã, Ana Lázaro
Texto ANA LÁZARO
Encenação RICARDO NEVES-NEVES
Elenco SUSANA MADEIRA e VÍTOR OLIVEIRA
Cenografia ÂNGELA ROCHA
Assistente de Cenografia TIAGO SANTOS
Figurinos RAFAELA MAPRIL
Música e sonoplastia SÉRGIO DELGADO
Desenho de luz PEDRO DOMINGOS
Vídeo de animação TEMPER Creative Agency
Assistência de encenação RAQUEL MENDES
Segundas assistentes de encenação CRISTIANA SIMÕES, DIANA MATIAS, SOLANGE BRÁS
Fotografia ALÍPIO PADILHA
Vídeo promocional EDUARDO BREDA
Ilustração INÊS MINOR
ProduçãoComunicação MAFALDA SIMÕES
Teatro para a Infância m06
CATAMARÃ fala da relação entre um Rapaz – o PEIXE- BOLHA, que está muito zangado com as palavras, e uma Rapariga – a CATAMARÃ, que sonha um dia viajar de barco até ao Pacífico. Fala também de erros ortográficos, de significado e significante, de letras e palavras fora do lugar, e de como esta desarrumação pode mudar o sentido de tudo… Mas esta não é uma peça sobre dislexia, ou sobre escolaridade, é sobretudo uma história sobre crescimento, sobre a nossa relação com o tempo e com os outros, sobre a distância que não se mede com números, e sobre palavras… mesmo aquelas difíceis de explicar…
Catamarã, Ana Lázaro
Texto ANA LÁZARO
Encenação RICARDO NEVES-NEVES
Elenco SUSANA MADEIRA e VÍTOR OLIVEIRA
Cenografia ÂNGELA ROCHA
Assistente de Cenografia TIAGO SANTOS
Figurinos RAFAELA MAPRIL
Música e sonoplastia SÉRGIO DELGADO
Desenho de luz PEDRO DOMINGOS
Vídeo de animação TEMPER Creative Agency
Assistência de encenação RAQUEL MENDES
Segundas assistentes de encenação CRISTIANA SIMÕES, DIANA MATIAS, SOLANGE BRÁS
Fotografia ALÍPIO PADILHA
Vídeo promocional EDUARDO BREDA
Ilustração INÊS MINOR
ProduçãoComunicação MAFALDA SIMÕES
“UM ARTISTA VULGAR” pelo Teatro Efémero
Carolina Figueiredo utiliza como inspiração principal o conceito de “artista da fome”, presente no conto de Kafka, “Um Artista da Fome”, e desenvolve esta ideia, onde uma pessoa, que utiliza o que pensa ser a sua arte, até à exaustam, fica estagnada no tempo, vive apenas e só do ato de jejuar. O texto inspira-se também no filme “Birdmand” ou “A inesperada virtude da ignorância” de Alejandro G. Iñárritu, onde um acor aparentemente ultrapassado, tenta voltar a chamar a atenção para o seu trabalho, dirigindo um espetáculo na Broadway.
Texto: Carolina Figueiredo encenação: Miguel Moisés
Interpretação:Tito Moreira e Bernardo Souto
Cenografia, figurinhas e sonoplastia:
Carolina Figueiredo
Desenho de luz e fotografia: Nuno Gomes
Design gráfico e edição: Carolina Figueiredo
Direcção de montagem e produção executiva: António Bartolomeu
Produção: TEATRO EFÉMERO
Parceiro Institucional
Républica Portuguesa
Ministério da Cultura
Câmara Municipal de Évora Câmara Municipal de Sintra
Texto: Carolina Figueiredo encenação: Miguel Moisés
Interpretação:Tito Moreira e Bernardo Souto
Cenografia, figurinhas e sonoplastia:
Carolina Figueiredo
Desenho de luz e fotografia: Nuno Gomes
Design gráfico e edição: Carolina Figueiredo
Direcção de montagem e produção executiva: António Bartolomeu
Produção: TEATRO EFÉMERO
Parceiro Institucional
Républica Portuguesa
Ministério da Cultura
Câmara Municipal de Évora Câmara Municipal de Sintra
UTOPIA, Sonho X Realidade pelo Púcleo de Artes Procênio
O espetáculo fala sobre um homem que vive com a sua família em condições de miséria absoluta. Um homem genial, que se recusa a perder os seus sonhos. Sobre questões sociais, políticas e econômicas. Sobre a complexidade humana.
Nesta história, um homem para fugir aos seus problemas faz um pacto e cria uma vida utópica, tornando real a vida que nunca teve. Este homem elimina as dores da realidade com os seus sonhos. Vive um sonho, sonha uma vida. Chega ao limite das fronteiras entre a sanidade e a loucura, o real e o irreal, o consciente e o inconsciente, deixando um ponto em aberto: Até que ponto a ajuda social é suficiente para curar as dores da alma, para alimentar o espírito? Até que ponto a mentira é mais útil que a verdade, mas eficaz que a comida, saúde e emprego. Até onde a liberdade de sonhar pode ir?
Até onde podemos sonhar?
Dramaturgia e Encenação: Felipe Silva
Interpretação: Ana Rodrigues, Felipe Silva e Filipa Rocha
Operação Técnica: Fernando Reis e Sonia Costa
Nesta história, um homem para fugir aos seus problemas faz um pacto e cria uma vida utópica, tornando real a vida que nunca teve. Este homem elimina as dores da realidade com os seus sonhos. Vive um sonho, sonha uma vida. Chega ao limite das fronteiras entre a sanidade e a loucura, o real e o irreal, o consciente e o inconsciente, deixando um ponto em aberto: Até que ponto a ajuda social é suficiente para curar as dores da alma, para alimentar o espírito? Até que ponto a mentira é mais útil que a verdade, mas eficaz que a comida, saúde e emprego. Até onde a liberdade de sonhar pode ir?
Até onde podemos sonhar?
Dramaturgia e Encenação: Felipe Silva
Interpretação: Ana Rodrigues, Felipe Silva e Filipa Rocha
Operação Técnica: Fernando Reis e Sonia Costa